A família que solicita o BPC não precisa renunciar ao Bolsa Família antes de o INSS concluir a análise. O fluxo adotado em 2026 preserva a transferência durante a espera e evita que o requerente fique sem os dois benefícios.
A manutenção não significa pagamento permanente dos dois programas depois da aprovação. A medida trata do intervalo entre o pedido e a decisão.
Como funciona o procedimento
Quando há necessidade de desligamento voluntário do Bolsa Família para conceder o BPC, a declaração é tratada dentro do requerimento. A família continua recebendo enquanto documentos, renda e demais critérios são analisados.
Se o BPC for aprovado, o INSS envia a informação ao MDS, que executa o desligamento conforme o fluxo. Se o pedido for negado, a família não terá renunciado antecipadamente ao programa.
Quem tem direito ao BPC
O BPC garante um salário mínimo à pessoa idosa com 65 anos ou mais e à pessoa com deficiência que cumpra os critérios. Exige CadÚnico atualizado, análise de renda e, no caso da deficiência, avaliação correspondente.
O benefício é assistencial, não exige contribuição anterior, não paga 13º e não gera pensão por morte.
CadÚnico precisa estar atualizado
O fluxo não dispensa endereço, renda e composição corretos. Pendências podem atrasar a análise ou afetar pagamentos. Confira como regularizar o BPC bloqueado.
A situação deve ser acompanhada no Meu INSS e nos canais do Bolsa Família. O desligamento não deve ser solicitado por conta própria antes da orientação do processo.