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Títulos do Tesouro Direto

Confira as taxas de rentabilidade e preços dos títulos públicos federais atualizados para investimento.

Mercado Fechado
Atualizado dia 30/09/2026 às 22:19

Taxa Selic

10,50% a.a.

Inflação (IPCA)

4,50% a.a.

Títulos Disponíveis Hoje

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Como funciona o Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a B3 para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, de forma 100% online. Quando você compra um título, você está, na prática, emprestando dinheiro ao Governo Federal, que te devolve o valor acrescido de juros no futuro.

Tesouro Selic

Títulos pós-fixados que acompanham a variação da Taxa Selic. Ideais para a reserva de emergência e investimentos de curto prazo, pois apresentam baixíssima volatilidade e você não perde dinheiro se resgatar antes do vencimento.

Tesouro IPCA+

Títulos atrelados à inflação que garantem um juro fixo a mais. Proporcionam rentabilidade real (acima da inflação, medida pelo IPCA), mantendo seu poder de compra. Ideais para o longo prazo e aposentadoria.

Tesouro Prefixado

Títulos que têm uma rentabilidade fixa determinada no momento da compra. Você sabe exatamente quanto vai receber no vencimento. Ideais para quem acredita que os juros vão cair no futuro.

Tributação e Imposto de Renda (IR)

O investimento no Tesouro Direto sofre incidência de Imposto de Renda (IR) sobre os rendimentos (ou seja, apenas sobre o lucro). A tributação é retida direto na fonte no momento do resgate ou vencimento e segue a tabela regressiva de renda fixa:

Prazo do Investimento Alíquota do IR
Até 180 dias (aprox. 6 meses) 22,5%
De 181 a 360 dias (até 1 ano) 20,0%
De 361 a 720 dias (até 2 anos) 17,5%
Acima de 720 dias (mais de 2 anos) 15,0%

Nota: Existe também a cobrança de IOF para resgates realizados nos primeiros 30 dias após a aplicação. A taxa da B3 (0,20% ao ano) é cobrada semestralmente.

Antes de investir, vale acompanhar os indicadores econômicos (SELIC e IPCA definem a rentabilidade dos títulos), a cotação do dólar e alternativas de renda como os fundos imobiliários e as ações da bolsa.

Perguntas frequentes sobre o Tesouro Direto

O que é o Tesouro Direto?
O Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a B3 para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, de forma 100% online. Quando você compra um título, você está emprestando dinheiro ao Governo Federal.
Como funciona o Imposto de Renda no Tesouro Direto?
O imposto de renda no Tesouro Direto segue a tabela regressiva, sendo retido na fonte. Até 180 dias a alíquota é de 22,5%. De 181 a 360 dias cai para 20%. De 361 a 720 dias vai para 17,5%. Após 720 dias, atinge a alíquota mínima de 15%.
Qual o melhor título do Tesouro Direto hoje?
O Tesouro Selic é ideal para reserva de emergência, pois tem alta liquidez e baixa volatilidade. O Tesouro IPCA+ é recomendado para longo prazo e proteção contra a inflação. O Prefixado é ideal quando há expectativa de queda da taxa de juros.
Qual o valor mínimo para investir no Tesouro Direto?
É possível começar com pouco: você compra frações de títulos, com aplicações mínimas a partir de cerca de R$ 30 a R$ 50, dependendo do papel. Não é necessário comprar o título inteiro, o que torna o Tesouro Direto acessível a qualquer investidor.
O Tesouro Direto é seguro?
Sim. É considerado o investimento mais seguro do país, pois os títulos são garantidos pelo Tesouro Nacional (Governo Federal). O principal ponto de atenção é a marcação a mercado: ao resgatar um Tesouro Prefixado ou IPCA+ antes do vencimento, o valor oscila conforme a taxa de juros, podendo gerar ganho ou perda. Se você levar até o vencimento, recebe a rentabilidade contratada.
Qual a diferença entre Tesouro Selic, IPCA+ e Prefixado?
O Tesouro Selic é pós-fixado e acompanha a taxa SELIC — ideal para reserva de emergência. O Tesouro IPCA+ paga a inflação (IPCA) mais uma taxa fixa, protegendo o poder de compra no longo prazo. O Tesouro Prefixado tem taxa definida na compra, indicado para quem aposta na queda dos juros.