A ANP anunciou a inclusão de 11 novos setores exploratórios na Margem Equatorial. As áreas somam 380 mil quilômetros quadrados, dimensão próxima à da Alemanha.
A ampliação decorre de decisão da ONU que reconheceu a extensão da plataforma continental brasileira. Isso amplia direitos sobre o subsolo marinho, mas não autoriza exploração automática.
Licenciamento continua necessário
Pesquisa e produção dependem de oferta das áreas, contratação, estudos e licenciamento ambiental. A região atrai interesse por descobertas na Guiana e no Suriname.
Para a Petrobras, a expansão aumenta o universo potencial de longo prazo sem impacto imediato em reservas ou produção. As informações foram divulgadas pela ANP e Agência Brasil.