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Motiva lucra R$ 3,42 bi após venda de aeroportos

Resultado do terceiro trimestre foi impulsionado pela venda de aeroportos; lucro ajustado cresceu 9,8%.

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Por Fundador e Editor-chefe · Publicado em Revisado por Muniz
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Colagem minimalista com rodovias, metrô, aeroporto, contrato e gráfico financeiro
A venda da operação aeroportuária elevou o lucro da Motiva no terceiro trimestre.

A Motiva registrou lucro líquido de R$ 3,42 bilhões no terceiro trimestre de 2026, alta de 177,9% em um ano. O salto refletiu principalmente a venda da plataforma de aeroportos e interessa diretamente a quem acompanha MOTV3 e o setor de infraestrutura.

Venda teve efeito de R$ 2,72 bilhões

A companhia atribuiu R$ 2,72 bilhões do resultado à alienação dos aeroportos. Sem esse e outros itens extraordinários, o lucro ajustado ficou em R$ 750 milhões, avanço de 9,8%.

O Ebitda ajustado chegou a R$ 2,52 bilhões, crescimento de 13,4%, com margem de 66,2%. A receita líquida ajustada foi de R$ 3,80 bilhões, 13,7% maior na comparação anual.

Indicador3T26Variação anual
Lucro líquidoR$ 3,42 bilhões+177,9%
Lucro ajustadoR$ 750 milhões+9,8%
Ebitda ajustadoR$ 2,52 bilhões+13,4%
Receita ajustadaR$ 3,80 bilhões+13,7%

Dívida caiu na holding

A alavancagem consolidada terminou o trimestre em 3,2 vezes a relação entre dívida líquida e Ebitda. Na holding, a dívida líquida recuou 64,2% sobre junho, para R$ 2,44 bilhões.

A Motiva investiu R$ 2,27 bilhões no período. O mercado deve separar o ganho pontual da venda dos aeroportos da evolução recorrente de rodovias, mobilidade urbana e demais concessões.

O que observar em MOTV3

O trimestre mostra geração operacional mais forte e redução da dívida da holding. Os próximos pontos de atenção são a execução dos investimentos, o tráfego nas concessões e a destinação dos recursos obtidos com a venda.

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Escrito por Fundador e Editor-chefe

Muniz é o fundador e editor-chefe do portal Analistas. Empreendedor digital e especialista em tecnologia voltada para o mercado financeiro, é o desenvolvedor por trás de plataformas de dados como o Ações Capital. Lidera a visão editorial e a infraestrutura tecnológica do Analistas, unindo entrega de cotações em tempo real e rigor analítico para democratizar a informação no mercado brasileiro.

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Esta matéria foi revisada por Muniz (Fundador e Editor-chefe).

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