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Economia

PMI da zona do euro sobe a 53,1 em setembro, maior nível em 41 meses

Leitura preliminar de atividade da zona do euro avançou de 52,0 para 53,1 pontos em setembro, com aceleração dos serviços.

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Por Fundador e Editor-chefe · Publicado em Revisado por Muniz
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Colagem ilustrativa de mapa da Europa, indústria e serviços para o PMI da zona do euro
Imagem ilustrativa criada com inteligência artificial para o Analistas.

A atividade do setor privado da zona do euro ganhou força em setembro. O PMI composto preliminar, calculado pela S&P Global em parceria com o Hamburg Commercial Bank (HCOB), subiu de 52,0 pontos em agosto para 53,1 pontos, o maior nível em 41 meses. A leitura foi divulgada nesta quarta-feira, 23 de setembro.

O resultado ficou acima de 50 pontos, limite que sinaliza expansão na comparação com o mês anterior. Também superou a expectativa de 51,7 pontos apurada pela Reuters. Como se trata de uma estimativa preliminar, o índice poderá ser revisto na divulgação final.

Serviços puxaram a melhora

O indicador de atividade de serviços avançou de 51,6 para 53,0 pontos. O PMI da indústria ficou em 52,7, sem mudança em relação a agosto. Esses dados ajudam a explicar por que o índice composto acelerou mesmo sem novo avanço no número principal da indústria.

Por que o dado importa para o Brasil?

A zona do euro é um mercado relevante para o comércio internacional e suas leituras de atividade entram no acompanhamento de perspectivas de crescimento, inflação e juros na região. Uma economia europeia mais firme pode alterar expectativas globais, mas o PMI sozinho não permite prever cotação do euro, desempenho da bolsa brasileira ou decisões futuras do Banco Central Europeu.

O dado compõe a agenda econômica da semana. O PMI é uma pesquisa com empresas, não uma medida direta de PIB. Por isso, deve ser interpretado junto com outros indicadores e com a versão final da pesquisa.

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Escrito por Fundador e Editor-chefe

Muniz é o fundador e editor-chefe do portal Analistas. Empreendedor digital e especialista em tecnologia voltada para o mercado financeiro, é o desenvolvedor por trás de plataformas de dados como o Ações Capital. Lidera a visão editorial e a infraestrutura tecnológica do Analistas, unindo entrega de cotações em tempo real e rigor analítico para democratizar a informação no mercado brasileiro.

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Esta matéria foi revisada por Muniz (Fundador e Editor-chefe).

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