Seis unidades da Federação definiram seus governadores no segundo turno deste domingo (25). Os resultados integram o mapa de Eleições 2026 e podem ser consultados junto da apuração presidencial e estadual consolidada pela Justiça Eleitoral.
Quem foi eleito
Mailza Assis (PP) venceu no Acre com 66,21% dos votos válidos. Omar Aziz (PSD) foi eleito no Amazonas com cerca de 61,4%. No Distrito Federal, Celina Leão (PP) venceu com aproximadamente 57,2%.
No Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (Republicanos) obteve perto de 52,2%. No Rio Grande do Norte, Cadu de Lula (PT) venceu com 50,77%. Em Tocantins, Vicentinho Júnior (PSDB) alcançou cerca de 64,5%.
| Unidade | Eleito | Partido |
|---|---|---|
| Acre | Mailza Assis | PP |
| Amazonas | Omar Aziz | PSD |
| Distrito Federal | Celina Leão | PP |
| Espírito Santo | Lorenzo Pazolini | Republicanos |
| Rio Grande do Norte | Cadu de Lula | PT |
| Tocantins | Vicentinho Júnior | PSDB |
Por que os resultados importam
Governadores administram segurança, educação, saúde, infraestrutura e parte relevante dos investimentos públicos. Também negociam dívidas, incentivos e repasses com a União.
A composição regional influencia a relação do presidente reeleito com os estados. Apoio partidário não garante alinhamento em todas as pautas, assim como oposição não impede acordos sobre obras e recursos.
Estados terão desafios diferentes
No Acre e em Tocantins, infraestrutura e integração logística permanecem temas centrais. Amazonas combina preservação, indústria da Zona Franca e serviços públicos em território extenso.
Espírito Santo tem forte ligação com petróleo, mineração, portos e comércio exterior. Rio Grande do Norte reúne turismo, energia e contas públicas. O Distrito Federal depende de uma relação particular com a União e administra serviços para uma população metropolitana.
O que acontece agora
Os eleitos ainda passam pelas etapas de totalização, prestação de contas e diplomação. Depois, montam secretariado, definem prioridades e preparam a execução dos orçamentos estaduais de 2027.
Para o eleitor, o ponto mais útil será acompanhar metas mensuráveis: filas de saúde, aprendizagem, homicídios, investimentos e situação fiscal. A vitória encerra a campanha, mas inicia a cobrança por resultados.