IBC-Br sobe 0,3%, mas trimestre ainda recua
Indicador do Banco Central reage em agosto, puxado pela indústria e pelos serviços, mas acumula queda de 0,6% no trimestre encerrado no período analisado.
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Indicador do Banco Central reage em agosto, puxado pela indústria e pelos serviços, mas acumula queda de 0,6% no trimestre encerrado no período analisado.
Indústria sustentou o avanço mensal, enquanto serviços ficaram parados e construção recuou; economia cresceu 0,7% no trimestre encerrado em agosto.
Volume de serviços cai 0,1% em agosto, cresce apenas 0,6% em um ano e sinaliza perda de ritmo, embora o setor brasileiro permaneça perto do recorde.
País fica abaixo da expansão de 1,1% prevista para a zona do euro e enfrenta energia cara, desemprego e pressão fiscal.
Fundo prevê expansão estável da maior economia do mundo, apesar de energia cara, juros altos e riscos ligados à inteligência artificial.
Investimento tecnológico compensa parte do choque de energia; correção poderia deixar o PIB mundial 1,1% abaixo da linha de base.
Nova projeção fica abaixo dos 2,4% estimados em julho; Fundo prevê crescimento de 1,9% em 2027 e inflação resistente.
Pesquisa Mensal de Serviços de agosto será divulgada pelo IBGE após estabilidade em julho; atividade e juros entram no foco.
Boletim Focus mostra inflação mais alta, juros ainda restritivos, PIB de 1,85% e dólar a R$ 5,15 no fim de 2026.
Mercado elevou a projeção do IPCA de 2026 para 5,01%, acima do teto da meta, e reduziu a estimativa de crescimento do PIB para 1,85%.
Boletim Focus elevou o IPCA de 2026 de 4,92% para 4,99% e reduziu o PIB de 1,88% para 1,86%. Selic e dólar ficaram estáveis.
Relatório do Banco Central reduz projeção de crescimento do PIB em 2026 de 2% para 1,8% e mantém inflação prevista em 5,2% no fim do ano.
Indicador de atividade do Banco Central recuou 0,2% em julho, com quedas na agropecuária e na indústria. Resultado veio abaixo do esperado.
Economia cresce 0,5% no segundo trimestre de 2026, puxada pela agropecuária. Consumo das famílias recua e serviços perdem ritmo.
Mercado elevou a previsão do PIB para 1,93%, reduziu o IPCA para 5% e manteve Selic em 13,75% e dólar em R$ 5,20.
Confiança da indústria caiu 3,5 pontos em agosto, para 93,7 pontos. Demanda enfraqueceu e estoques voltaram a subir, mostra FGV.
Mercado reduz projeção do PIB brasileiro para 1,95% em 2026. Focus mantém IPCA em 5,02%, Selic em 13,75% e dólar a R$ 5,20.
A prévia do PIB (IBC-Br) subiu 0,2% no 2º trimestre, ante 1,2% no 1º, com junho em queda. A desaceleração reflete os juros altos e reforça os cortes da Selic.