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BRB afasta cinco funcionários em apuração ligada ao Banco Master

BRB afastou cautelarmente cinco empregados durante investigação interna sobre operações com o Banco Master. Medida não antecipa conclusão.

Ativos citados
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Por Fundador e Editor-chefe · Publicado em Revisado por Muniz
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Colagem editorial com Brasília, documentos bancários e cinco crachás representando afastamentos cautelares no BRB
BRB autorizou o afastamento cautelar de cinco empregados durante apuração interna relacionada ao Banco Master. Imagem ilustrativa criada com inteligência artificial para o Analistas.

O Banco de Brasília afastou cautelarmente cinco funcionários durante as investigações internas relacionadas ao Banco Master. A instituição afirmou que a medida foi autorizada pelo Conselho de Administração e não representa antecipação de julgamento sobre a responsabilidade dos empregados.

Os afastados já haviam sido retirados de suas funções anteriores depois da mudança na presidência do BRB, mas continuavam trabalhando no banco. Agora, deverão aguardar fora da instituição a conclusão dos procedimentos administrativos.

O que o BRB informou

Em nota, o BRB disse que sua corregedoria foi autorizada a prosseguir com o afastamento cautelar dos cinco empregados. O banco ressaltou que a providência integra uma investigação interna e que o mérito ainda será analisado.

Afastamento administrativo não equivale a demissão, condenação ou comprovação individual de irregularidade. Os funcionários envolvidos têm direito à defesa no processo disciplinar. Reportagens publicadas nesta segunda-feira apontam que o grupo inclui dois ex-diretores e três superintendentes, mas o banco não divulgou oficialmente a relação completa dos nomes.

Operações entre BRB e Master estão sob investigação

O novo desdobramento ocorre dentro da apuração sobre carteiras adquiridas pelo BRB do Banco Master. A Polícia Federal analisou documentos e operações realizadas entre 2024 e 2025. Conclusões atribuídas à perícia policial apontam indícios de gestão fraudulenta e produção de documentos falsos, mas as responsabilidades individuais ainda dependem dos processos em curso.

O histórico do Banco Master e de Daniel Vorcaro explica como o grupo cresceu por meio da captação com CDBs e por que suas operações passaram a ser examinadas por autoridades.

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Parte da investigação também utilizou dados extraídos de aparelhos eletrônicos. O Analistas mostrou como a PF reconstruiu mensagens de visualização única no celular de Daniel Vorcaro, sem que isso significasse quebrar a criptografia do WhatsApp.

Por que houve afastamento cautelar

Medidas desse tipo podem ser adotadas para preservar documentos, sistemas e depoimentos enquanto uma apuração interna avança. No BRB, a decisão partiu dos órgãos de governança do próprio banco.

O ponto central agora é saber o que o processo administrativo concluirá sobre a participação de cada empregado e quais controles internos falharam durante a aquisição das carteiras. A simples ocupação de um cargo no período não comprova participação em irregularidades.

Caso também está no STF

Os desdobramentos do Master chegaram ao Supremo Tribunal Federal. André Mendonça retirou o sigilo de 15 procedimentos, preservando diligências que ainda exigem confidencialidade.

O afastamento no BRB é um episódio administrativo separado da discussão no STF. Até a conclusão das apurações, a medida deve ser tratada como preventiva, sem atribuição antecipada de culpa.

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Escrito por Fundador e Editor-chefe

Muniz é o fundador e editor-chefe do portal Analistas. Empreendedor digital e especialista em tecnologia voltada para o mercado financeiro, é o desenvolvedor por trás de plataformas de dados como o Ações Capital. Lidera a visão editorial e a infraestrutura tecnológica do Analistas, unindo entrega de cotações em tempo real e rigor analítico para democratizar a informação no mercado brasileiro.

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Esta matéria foi revisada por Muniz (Fundador e Editor-chefe).

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