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Economia

IPC-S desacelera para 0,32% em outubro

Índice da FGV ficou abaixo das projeções e acumulou alta de 4,14% em 12 meses, com alívio em habitação, transportes e alimentação.

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Por Fundador e Editor-chefe · Publicado em · Atualizado às 17:28 de hoje Revisado por Muniz
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Colagem minimalista com cesta de alimentos, casa, passagem aérea e curva de inflação
O IPC-S perdeu força no fechamento de outubro. Imagem: Analistas/IA.

O IPC-S subiu 0,32% em outubro, abaixo dos 0,46% registrados na terceira quadrissemana e dos 0,67% de setembro. O indicador da FGV acumulou alta de 4,14% em 12 meses e veio abaixo do piso das projeções consultadas pelo mercado. A leitura ajuda a medir a trajetória da inflação e seus possíveis efeitos sobre os juros.

Seis grupos desaceleraram

Alimentação passou de 1,08% para 0,85%, enquanto Transportes caiu de 0,34% para 0,19%. Vestuário, Saúde, Despesas Diversas e Habitação também perderam força.

Habitação teve a maior mudança, saindo de alta de 0,16% para queda de 0,16%. A tarifa de eletricidade residencial, com recuo de 2,41%, foi uma das principais influências de baixa.

Passagens e alimentos ainda pressionam

Nem todos os preços desaceleraram. Educação, Leitura e Recreação avançou de 0,90% para 1,05%, enquanto Comunicação passou de 0,02% para 0,03%.

Passagens aéreas subiram 8,12% e ficaram entre os itens que mais pressionaram o índice. Tomate, cinema, cebola e planos de saúde também contribuíram para a alta.

Leitura exige cautela

O IPC-S acompanha preços ao consumidor em sete capitais e não substitui o IPCA, índice oficial de inflação do país. Ainda assim, oferece uma leitura frequente sobre a direção dos preços.

A desaceleração é favorável, mas um único mês não define tendência. O Banco Central observa inflação de serviços, expectativas, câmbio e atividade. Para as famílias, a média também pode esconder experiências diferentes, dependendo do peso de alimentação, moradia e transporte no orçamento.

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Escrito por Fundador e Editor-chefe

Muniz é o fundador e editor-chefe do portal Analistas. Empreendedor digital e especialista em tecnologia voltada para o mercado financeiro, é o desenvolvedor por trás de plataformas de dados como o Ações Capital. Lidera a visão editorial e a infraestrutura tecnológica do Analistas, unindo entrega de cotações em tempo real e rigor analítico para democratizar a informação no mercado brasileiro.

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Esta matéria foi revisada por Muniz (Fundador e Editor-chefe).

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