A Petrobras alcançou R$ 692,35 bilhões em valor de mercado nesta terça-feira, 15 de setembro, o maior patamar nominal de sua história. PETR3 fechou a R$ 56,23, com alta de 3,63%, enquanto PETR4 subiu 3,09%, para R$ 50,43.
O avanço reforça o peso da companhia no Ibovespa e ocorre após uma sequência de dados operacionais positivos. Recentemente, a Petrobras bateu recordes de processamento e produção na RNEST.
O que levou a Petrobras ao recorde
O principal impulso veio do petróleo. O Brent para novembro avançou 2,90%, a US$ 108,75 por barril. A commodity mais cara melhora a expectativa de receita, embora o resultado dependa também do câmbio, dos custos, da produção e da política de preços.
O valor de mercado resulta da multiplicação do preço das ações pelo número de papéis emitidos. Ele muda durante o pregão e não representa dinheiro disponível no caixa.
O que continua no radar
A cotação segue exposta à volatilidade do petróleo, às decisões de investimento, à política de dividendos e à influência do governo controlador. O desempenho operacional ganhou atenção depois de a Petrobras registrar lucro de R$ 52,4 bilhões.
O recorde retrata a avaliação do mercado naquele momento e não constitui recomendação de compra ou venda.