Os acionistas da Sequoia aprovaram o grupamento das ações na proporção de 150 papéis para um. A operação não altera o capital social nem a participação proporcional de cada investidor na companhia.
As ações passarão a ser negociadas na forma grupada em 3 de novembro. Até 30 de outubro, último pregão anterior à mudança, os acionistas poderão ajustar suas posições para múltiplos de 150 e evitar frações.
Número de ações será reduzido
Com a operação, a quantidade de ações da Sequoia cairá de aproximadamente 6,37 bilhões para 42,47 milhões. O capital social permanecerá em R$ 2,16 bilhões.
As frações restantes serão agrupadas em papéis inteiros e vendidas em leilão na B3. O valor líquido será distribuído proporcionalmente aos titulares, após o desconto dos custos da operação.
Por que a empresa faz o grupamento
O objetivo é reenquadrar a cotação da SEQL3 acima do valor mínimo exigido pela B3. O grupamento eleva mecanicamente o preço unitário e reduz a quantidade de ações, mas não cria valor econômico por si só. Direitos a dividendos, votos e outros proventos são preservados.