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Fundos Imobiliários

TRXF11 anuncia operações de R$ 1,79 bi; veja o que já foi concluído

TRXF11 detalha frentes de cerca de R$ 1,79 bi em shoppings, logística e escritórios. Uma operação foi concluída; as demais têm etapas pendentes.

Ativos citados
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Por Fundador e Editor-chefe · Publicado em Revisado por Muniz
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Colagem editorial ilustrativa de shopping, galpão logístico e prédio corporativo
TRXF11 comunicou operações em shoppings, logística e imóveis corporativos, em fases diferentes. Colagem ilustrativa criada com inteligência artificial para o Analistas; não mostra os imóveis reais.

O fundo imobiliário TRXF11 apresentou nesta quinta-feira, 24 de setembro, três frentes de negócios que somam aproximadamente R$ 1,79 bilhão. O número não representa compras integralmente concluídas: a operação corporativa foi efetivada, enquanto as negociações em shoppings e logística envolvem etapas e condições ainda pendentes, conforme os comunicados do fundo repercutidos pela imprensa especializada.

A maior frente é um compromisso para adquirir participações em cinco shoppings ligados à Iguatemi por R$ 876,15 milhões. As fatias negociadas incluem o Praia de Belas, em Porto Alegre, o Iguatemi Alphaville, em Barueri, dois shoppings no interior paulista e o I Fashion Outlet Novo Hamburgo. A conclusão depende, entre outros pontos, da estruturação de financiamento para pagar a parcela inicial.

Quanto será pago pelos shoppings?

O desenho divulgado prevê R$ 569,5 milhões no fechamento. Desse valor, cerca de R$ 219 milhões seriam pagos em dinheiro e até R$ 350,46 milhões poderiam ser compensados com créditos de subscrição e integralização de cotas do TRXF11 pelos vendedores. O restante, R$ 306,65 milhões, ficaria para duas parcelas posteriores corrigidas pela taxa DI. A aprovação do Cade foi obtida, mas ela, sozinha, não conclui a transação.

Galpões e escritórios estão na mesma fase?

Não. A frente logística reúne participações em três empreendimentos, em operação estimada em R$ 578,33 milhões. Um dos ativos está em desenvolvimento e tem entregas previstas apenas para 2027 e 2028. O cronograma e a geração efetiva de renda dependem da execução de cada negócio.

Já a operação de R$ 340,25 milhões com imóveis corporativos em São Paulo foi concluída por meio de uma estrutura na qual outro fundo assumiu a posição de comprador e o TRXF11 passou a participar como cotista. Entre os ativos está o Edifício Morumbi, cuja negociação anterior já havia sido acompanhada pelo Analistas.

Para os cotistas, os pontos a acompanhar são a efetivação das transações condicionadas, o financiamento, a diluição potencial da 13ª emissão de cotas do TRXF11 e o efeito real dos ativos na receita. Os valores anunciados não equivalem a rendimento garantido.

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Escrito por Fundador e Editor-chefe

Muniz é o fundador e editor-chefe do portal Analistas. Empreendedor digital e especialista em tecnologia voltada para o mercado financeiro, é o desenvolvedor por trás de plataformas de dados como o Ações Capital. Lidera a visão editorial e a infraestrutura tecnológica do Analistas, unindo entrega de cotações em tempo real e rigor analítico para democratizar a informação no mercado brasileiro.

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Esta matéria foi revisada por Muniz (Fundador e Editor-chefe).

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