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Economia

IPC-S sobe 0,52% em setembro com pressão dos alimentos

Índice semanal da FGV acelerou de 0,49% para 0,52% na terceira quadrissemana de setembro de 2026; alimentação foi a principal contribuição.

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Por Fundador e Editor-chefe · Publicado em Revisado por Muniz
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Colagem ilustrativa de cesta de alimentos e indicador de preços para o IPC-S de setembro de 2026
Imagem ilustrativa criada com inteligência artificial para o Analistas.

A inflação medida pelo IPC-S da Fundação Getulio Vargas subiu 0,52% na terceira quadrissemana de setembro de 2026, ante 0,49% na leitura anterior. Em 12 meses, o indicador acumula alta de 3,80%, segundo dados divulgados nesta quarta-feira, 23 de setembro, pelo FGV IBRE.

O grupo Alimentação teve a maior contribuição para o resultado: sua variação passou de 0,21% na segunda quadrissemana para 0,58% na terceira. Educação, Leitura e Recreação passou de queda de 1,34% para recuo de 1,12%, enquanto Vestuário avançou de 0,06% para 0,30%.

O que desacelerou no índice?

Habitação cedeu de 1,94% para 1,86% e Despesas Diversas, de 1,83% para 1,02%. Saúde e Cuidados Pessoais foi de 0,26% para 0,19%; Comunicação, de 0,27% para 0,21%. Transportes manteve queda de 0,09%. Assim, o avanço dos alimentos prevaleceu sobre a desaceleração de outras classes de despesa.

IPC-S é igual ao IPCA-15?

Não. O IPC-S é calculado pela FGV e acompanha janelas móveis de quatro semanas. O IPCA-15 é produzido pelo IBGE, com metodologia e período de coleta diferentes. Os números não devem ser somados nem comparados como se fossem a mesma pesquisa. Veja quando sai o IPCA-15 de setembro e, para referência, como ficou o IPCA de agosto.

A leitura de hoje mostra pressão de preços em uma etapa específica de setembro. O resultado da quarta e última quadrissemana ainda será necessário para avaliar o fechamento do mês no IPC-S.

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Escrito por Fundador e Editor-chefe

Muniz é o fundador e editor-chefe do portal Analistas. Empreendedor digital e especialista em tecnologia voltada para o mercado financeiro, é o desenvolvedor por trás de plataformas de dados como o Ações Capital. Lidera a visão editorial e a infraestrutura tecnológica do Analistas, unindo entrega de cotações em tempo real e rigor analítico para democratizar a informação no mercado brasileiro.

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Esta matéria foi revisada por Muniz (Fundador e Editor-chefe).

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