IBGE eleva safra de 2026 ao recorde de 354,5 milhões
Nova estimativa supera 2025 em 2,4%; soja e milho devem bater recordes, enquanto arroz, trigo, feijão e algodão têm previsão de queda na temporada.
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Nova estimativa supera 2025 em 2,4%; soja e milho devem bater recordes, enquanto arroz, trigo, feijão e algodão têm previsão de queda na temporada.
Comércio interrompe queda de julho com avanço modesto de 0,1%; na comparação anual, vendas sobem 0,4% em meio aos juros elevados. Confira os números.
Volume de serviços cai 0,1% em agosto, cresce apenas 0,6% em um ano e sinaliza perda de ritmo, embora o setor brasileiro permaneça perto do recorde.
Pesquisa Mensal de Serviços de agosto será divulgada pelo IBGE após estabilidade em julho; atividade e juros entram no foco.
Inflação avança 0,82% em setembro, acumula 4,58% em 12 meses e volta a ficar acima do limite de tolerância da meta.
IBGE divulga o índice de setembro em 9 de outubro; composição dos preços, resultado em 12 meses e diferenças entre indicadores ajudam a interpretar o número.
Dados de agosto divulgados pelo IBGE mostram queda disseminada na produção; Bahia cresce no mês, mas segue abaixo do nível registrado um ano antes.
Indústria brasileira perdeu força no segundo quadrimestre e permanece 15,6% abaixo do pico histórico de 2011.
Brasil alcançou 103,5 milhões de trabalhadores no trimestre até agosto; rendimento médio subiu para R$ 3.777.
Prévia da inflação volta a subir em setembro de 2026 e acumula 4,47% em 12 meses. Veja os grupos que avançaram e a diferença para o IPCA.
Registro entre empregadores e trabalhadores por conta própria atingiu recorde, mas quase 20 milhões ainda não tinham CNPJ.
O IPCA-15 de setembro de 2026 saiu em 25/9, às 9h. Veja o resultado de 0,70% e entenda como a prévia difere do IPCA.
Vendas do comércio recuaram 0,8% em julho, segundo o IBGE. Móveis, eletrodomésticos, livros e vestuário lideraram as quedas.
Índice voltado às famílias de menor renda registrou deflação em agosto. Entenda a diferença para o IPCA e os efeitos sobre reajustes.
Deflação foi puxada por habitação e transportes. IPCA acumula alta de 3,11% em 2026 e desacelera para 4,22% em 12 meses.
Volume de serviços não variou ante junho, avançou 0,9% em um ano e acumulou alta de 1,9% em 2026, mostram dados do IBGE.
Indústria brasileira avança 0,2% em julho, após duas quedas mensais. Setor acumula alta de 1,1% em 2026, mas recua 0,5% em um ano.
Economia cresce 0,5% no segundo trimestre de 2026, puxada pela agropecuária. Consumo das famílias recua e serviços perdem ritmo.