Investidores estrangeiros colocaram cerca de R$ 7 bilhões no mercado acionário brasileiro até 14 de setembro. O movimento contrasta com agosto, quando o saldo ficou negativo em aproximadamente R$ 18,1 bilhões.
O que explica a virada
Fluxos internacionais reagem a juros nos Estados Unidos, câmbio, commodities e percepção de risco fiscal. Mudanças nessas variáveis podem direcionar recursos para mercados emergentes ou provocar saídas.
A entrada tende a favorecer a liquidez de ações de grande peso no índice, como bancos, Petrobras e Vale, mas não garante alta de cada papel. O movimento acompanha o crescimento recente do volume de ações na B3.
O dado ainda é parcial
O saldo pode mudar até o fim do mês. Fluxo positivo também não substitui a análise de resultados, endividamento e riscos específicos de cada companhia.