Novo Caged: Brasil cria 165,8 mil vagas formais em agosto
Brasil abriu 165.827 empregos com carteira assinada em agosto. Serviços lideraram o resultado, e o saldo de 2026 chegou a 1,13 milhão de vagas.
Cobertura dos principais indicadores da economia brasileira e mundial, com inflação, juros, PIB, emprego, atividade e contas públicas.
Brasil abriu 165.827 empregos com carteira assinada em agosto. Serviços lideraram o resultado, e o saldo de 2026 chegou a 1,13 milhão de vagas.
Resultado negativo foi o menor para meses de agosto desde 2021, após superávit de R$ 10,8 bilhões em julho.
Brasil alcançou 103,5 milhões de trabalhadores no trimestre até agosto; rendimento médio subiu para R$ 3.777.
Índice da FGV recuou 0,5 ponto em setembro e completou nova mínima em quase quatro anos.
Índice da FGV recuou 1,4 ponto, com piora disseminada das expectativas e queda mais forte em infraestrutura.
Pacote inclui operações contra abusos, multas maiores e manutenção do desconto de R$ 2,12 por litro de diesel.
Dívida Pública Federal ficou em R$ 9,293 trilhões em agosto. Juros somaram R$ 88,39 bilhões e reserva de liquidez caiu 11,89%.
Índice da FGV recuou 2,4 pontos em setembro e atingiu o menor nível desde novembro de 2025. Queda alcançou 16 de 19 segmentos.
Entidades pedem ao STF que suspenda a MP 1.394. Entenda os R$ 2,55 bilhões em outorgas, o tamanho do mercado e o calendário do bloqueio.
Contas externas tiveram déficit de US$ 5,1 bilhões em agosto. Reservas subiram para US$ 372,6 bilhões e investimento direto somou US$ 7,4 bilhões.
Boletim Focus elevou o IPCA de 2026 de 4,92% para 4,99% e reduziu o PIB de 1,88% para 1,86%. Selic e dólar ficaram estáveis.
Greve dos Correios terminou em 24 de setembro. TST determinou retorno, reajuste de 4,09% e mutirões; veja o que acontece com encomendas atrasadas.
Agenda de 28 de setembro a 2 de outubro reúne PNAD Contínua, crédito, contas públicas e emprego nos EUA. Veja datas e o que observar.
MP proíbe bets e prevê saída do ar em outubro. Entenda os R$ 2,55 bilhões em outorgas, a tributação e os efeitos econômicos ainda incertos.
Prévia da inflação volta a subir em setembro de 2026 e acumula 4,47% em 12 meses. Veja os grupos que avançaram e a diferença para o IPCA.